Resumo Semanal de Commodities – 29/11 a 06/12/2024

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Fonte: StoneX cmdtyView. *Valores referentes à variação do primeiro contrato contínuo para as respectivas commodities. 

Asset 1  CÂMBIO

Real acumula quarta semana seguida de enfraquecimento e se mantém acima de R$ 6,00

A semana foi marcada pela volatilidade no mercado de moedas após a divulgação de dados econômicos mistos para os EUA, sem alterar as percepções de que o Federal Reserve deve cortar juros na decisão deste mês. No Brasil, investidores acompanharam notícias sobre a tramitação do pacote de medidas econômicas do governo no Congresso Nacional. O dólar negociado no mercado interbancário terminou a sessão desta sexta-feira (06) cotado a R$ 6,077, ganho semanal de 1,26%, mensal de 1,26% e anual de 25,5%. Já o dollar index fechou o pregão desta sexta cotado a 106,0 pontos, variação de +0,2% na semana, +0,2% no mês e de +4,6% no ano. > Clique aqui e acesse o relatório completo.

cAsset 2  SOJA

Soja tem mais uma semana de alta

As cotações da soja operaram entre perdas e ganhos na semana passada, mas conseguiram encerrar o período no verde, com o vencimento de janeiro/25 fechando a semana a US¢ 993,75/bu, ganho de 0,4% na semana. Fatores altistas, como boas vendas de exportação nos EUA e importações mais fortes da Índia, ajudaram a guiar o mercado para essa direção. Ainda assim, um bom andamento da safra sul-americana, com um clima que tem sido favorável por boa parte da área de soja em Brasil e Argentina, tem limitado ganhos para as cotações em Chicago. O WASDE mais recente, publicado na terça-feira (10), trouxe uma relação estoque/uso levemente menor para a soja do que o trazido no mês anterior, mas o relatório não trouxe grandes novidades. > Clique aqui e acesse o relatório completo

cAsset 1  MILHO

Milho volta a se recuperar em Chicago, com vendas de exportação que seguem fortes

Os futuros do milho se valorizaram na semana passada. O vencimento de março/25 encerrou a sexta-feira negociado a US¢ 440,00/bu, ganhos de 1,6% na semana. O mercado segue acompanhando os robustos volumes de vendas de exportação dos EUA, que têm encontrado o México como comprador relevante. Para além disso, o mercado estará atento, na ponta da oferta, à safra sul-americana. No entanto, com uma área menor na Argentina e com um Brasil que concentra a maior parte de sua produção na segunda safra, os agentes ainda aguardam o plantio da safrinha por aqui. Ainda assim, o clima vem sendo favorável para a soja e para o milho safra em boa parte do território brasileiro, o que pode resultar em níveis bons de produtividade. Já na B3, os futuros de milho seguiram o movimento de Chicago, com ganhos sendo ampliados pela desvalorização do câmbio. O vencimento de janeiro/25 encerrou a sexta-feira negociado a R$73,97/saca (+3,2%). > Clique aqui e acesse o relatório completo

Asset 11  ÓLEOS VEGETAIS

Óleos vegetais fecham semana em alta, com olhares voltados aos programas de biocombustíveis nos EUA e Indonésia

Depois de demonstrarem volatilidade elevada ao longo do mês de novembro, os óleos vegetais encerraram a semana em valorização, em início de dezembro que se mostrou mais flat principalmente para o óleo de soja. As prévias das importações indianas de novembro, indicando alta, os dados oficiais do USDA para esmagamento e consumo de óleo de soja nos EUA, novas exportações americanas do óleo e as especulações sobre o futuro do RFS (Renewable Fuel Standard), programa de biocombustíveis nos EUA, marcaram as movimentações da semana. A tela de jan/24 do óleo de soja terminou cotada a USD 43,0/t, alta de 2,9%.
O óleo de palma registrou mais uma semana em valorização, com o mercado recebendo suporte das prévias das importações indianas em novembro, das estimativas de queda nos estoques da Malásia, e do clima adverso no segundo maior produtor global, que tem gerado riscos para a colheita. A tela de jan/25 fechou cotada a USD 1.186/t, alta de 2,8% na semana. > Clique aqui e acesse o relatório completo

Asset 9  FERTILIZANTES

Aumento para preços CFR da ureia e do KCl, e estabilidade para as cotações do MAP no Brasil

Nos últimos dias, houve um aumento dos preços CFR da ureia no Brasil. Há rumores de que a Índia poderá anunciar uma nova licitação em breve, e essa expectativa ajudou a sustentar as cotações no mercado internacional. No mercado de fosfatados, as cotações do MAP permaneceram estáveis por mais uma semana, apesar dos relatos de que a demanda está reduzida Brasil. Por fim, após um crescimento do interesse por negociações no setor de potássicos, os preços do KCl registraram um aumento, desde a semana passada. > Clique aqui e acesse o relatório completo

Asset 12  PECUÁRIA

Pressão baixista continua e há preocupações com contratos futuros de 2025

Ainda em queda, o índice contínuo do boi gordo na B3 permaneceu em trajetória descendente na última semana, estando agora em R$ 310/@, após ter ultrapassado a marcar dos R$ 350/@ no final de novembro passado. Já os contratos futuros, principalmente os de fevereiro/2025, se encontram sendo negociados por R$ 307/@, o que acendeu o alerta de que, talvez, esses valores possam continuar caindo até atingir a marca de R$ 300/@. Sem dúvidas em relação com a mudança de ciclo e a redução da oferta, assim como com a demanda tanto externa como interna ainda aquecidas, a explicação dessa brusca variação estaria no nível de abates, já que há indícios de que o volume que esperava ser vendido se encontrava acima da demanda a ser realizada. Sendo assim, continuarão sendo monitoradas de perto os dias de espera para compras nos frigoríficos, assim como volatilidade nas negociações das cotações futuras e as suas respostas em relação a isso. >Clique aqui e acesse o relatório completo

Asset 13  AÇÚCAR E ETANOL

Açúcar sobe após 8 semanas seguidas em queda

No pregão de hoje (06), a primeira tela do açúcar em Nova Iorque, H25, apresentou forte alta de quase 3% (ou +61 pontos), sendo cotado a US¢ 21,81/lb – retornando a um patamar de 11 sessões atrás. O fechamento desta sexta, por sua vez, interrompe 8 semanas seguidas de queda, acumulando alta de 3,5% em relação à semana passada. Na contramão dos fundamentos, o março/25 não consegue romper o suporte de US¢ 21,00/lb, e apresenta certo “rebote” que pode ser (a confirmar nas próximas semanas) temporário. No geral, ainda existe tendência de queda, como foi mencionado no relatório, e a alta pode estar relacionada a fatores técnicos e especulativos.

Etanol recua após feriado na semana passada

Apesar de maior número de usinas iniciando a entressafra no Centro-Sul brasileiro, o hidratado ainda não encontrou ímpeto para maiores valorizações, estacionando em R$ 3,15/litro (com impostos) nas usinas de Ribeirão Preto (SP). O movimento também foi observado pelo indicador CEPEA (média SP), que segue estável entre R$ 2,62-2,63/L, líquido de impostos. > Clique aqui e acesse o relatório completo

Asset 7  CAFÉ

Em meio a grande volatilidade, futuros de café terminaram a semana com resultados mistos

Os preços futuros de café iniciaram a última semana com fortes perdas, tanto no terminal nova-iorquino como em Londres. Em Nova Iorque, uma forte liquidação de contratos resultou em um recuo de 2200 pontos (-6,9%) para o contrato com vencimento em março. Em Londres, a queda foi ainda mais intensa, de 10,6%. No entanto, os preços voltaram a avançar durante todo o restante da semana.

No balanço semanal, os preços futuros de café arábica tiveram um incremento de 1220 pontos (3,8%) para US¢ 330,25/lb. Em Londres, apesar da recuperação no final da semana, os preços fecharam a semana com um recuo de USD 261/ton (4,9%), fechando cotado em USD 5116/ton. A última semana foi marcada pela alta volatilidade dos preços, com a diferença entre a máxima e a mínima da semana alcançando US¢ 41,65/lb (14,4%) em Nova Iorque e USD 802/ton (17,8%) em Londres. > Clique aqui e acesse o relatório completo

Asset 5  CACAU

Preços futuros de cacau acumulam sexta alta semanal consecutiva

Entre 29 de novembro e 6 de dezembro, os preços futuros de cacau mantiveram trajetória de alta nas bolsas internacionais. No período, o contrato de março/2025 consolidou sua sexta semana consecutiva de valorização, acumulando alta de 56% desde 25 de outubro. Esse movimento reflete o aumento das percepções de risco em relação à safra 2024/25 no Oeste Africano, marcado por maior irregularidade climática desde setembro e por relatos locais que intensificaram as preocupações com o desenvolvimento da produção nos próximos meses. Em um contexto de estoques globais historicamente baixos, o receio de queda nas entregas de amêndoas vindas da região tem pressionado as cotações, sobretudo no curto prazo. > Clique aqui e acesse o relatório completo

Asset 6  ALGODÃO

Algodão encerra semana em alta refletindo recuperação técnica

O março/25 para o algodão teve uma semana de ganhos modestos, tendo terminado a semana passada negociado a US¢71,93/lb, ganhos de 1,64% no período, que teve uma liquidez relativamente menor por conta do feriado de Dia de Ação de Graças nos EUA. O mercado seguiu esboçando uma recuperação técnica após a desvalorização observada no começo de novembro, quando a pluma registrou uma queda de quase 6% em uma semana. Os fundamentos seguem relativamente escassos, com o mercado aguardando o próximo WASDE, bem como a decisão de juros nos EUA, que devem acontecer antes do Natal. De qualquer forma, com a chegada das festas de fim de ano, o mercado tende a operar com volume reduzido, com o foco ficando para a safra brasileira conforme é esperado o avanço do plantio após a colheita da soja primeira safra no começo de 2025. > Clique aqui e acesse o relatório completo

Asset 8  PETRÓLEO

Petróleo avança com sinais de maiores estímulos chineses

Na última semana, as cotações de futuros do Brent encerraram o período com uma queda de 2,5%, sendo negociados na sexta-feira (06) a USD 71,12 bbl. Os contratos do WTI seguiram a mesma trajetória, acumulando uma queda de 1,18% na semana, cotados a USD 67,2 bbl. O petróleo estendeu a tendência de queda da semana anterior, conforme perspectivas pessimistas sobre o consumo global da commodity e uma aversão ao risco entre os investidores pressionaram os futuros, levando os contratos do Brent para o menor nível em três semanas na última sessão. Isso ocorreu a despeito da OPEP+ confirmar que o grupo adiará em um trimestre a retomada da produção, devendo ser iniciada apenas em abril/25. > Clique aqui e acesse o relatório completo

cAsset 3  DIESEL

Exportações brasileiras do combustível registram queda sazonal

Na semana passada, o contrato mais ativo do NY Harbor ULSD encerrou o período com uma queda de 2,8%, terminando a sexta-feira (06) em USD 2,1326 por galão. Os futuros do diesel atingiram o menor valor desde final de outubro, seguindo movimento parecido ao observado para o petróleo, em meio ao fortalecimento do dólar e os receios sobre a demanda global pela commodity. De acordo com o MDIC, as importações brasileiras de combustíveis recuaram em novembro após o forte volume de compras do mês anterior. > Clique aqui e acesse o relatório completo

cAsset 3  GASOLINA

Contratos recuam diante perspectiva de demanda menos aquecida

Na última semana, o contrato mais ativo do RBOB registrou queda de 1,9%, cotado a USD 1,9062 por galão na sexta-feira (06). Os futuros estendem o movimento das semanas anteriores, conforme perspectivas menos positivas da demanda global, especialmente nos Estados Unidos, contribuem para a queda. No Brasil, as importações de gasolina recuaram em novembro de acordo com o MDIC.

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